17 de jun. de 2009

CAMPANHA PELO INCENTIVO A LEITURA

CAMPANHA PELO INCENTIVO A LEITURA

Este selinho eu ganhei da minha amiga Célia, do Blog DEFICIÊNCIA VISUAL E EDUCAÇÃO, que está enganjada na campanha de incentivo a leitura. Sinto-me lisonjeada em ser convidada a partipar de uma campanha tão importante, pois:

Os prazeres da leitura são múltiplos. Lemos para saber, para compreender, para refletir. Lemos também pela beleza da linguagem, para nossa emoção, para nossa perturbação. Lemos para compartilhar. Lemos para sonhar e para aprender a sonhar (há várias maneiras de sonhar...). A melhor maneira de começar a sonhar é por meio dos livros...”
Para que possamos juntos continuar com esta campanha tão importante é necessário seguirmos alguns passos.
1ºpasso é postar o selo no seu blog;
2º passo é linkar o blog que te presenteou com o selo;
3º passo é escrever uma frase sobre a importância do incentivo à leitura;
4º Escolher outros blogs que também tenham compromisso com a leitura e oferecer o selo para eles.
  • Educação para todos
  • Oficina da palavra
  • Prazer de ensinar
  • Tia Lu
  • Educar Sempre
  • Algodão doce
  • O Mundo da Alfabetização
  • Alfabetização e Cia
  • Avental de História

7 de jun. de 2009

TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM

Dificuldades ou transtornos de aprendizagem são situações momentâneas na vida do aluno.Apresenta-se como um transtorno simples , transitório e não patológico, mas decorrentes de determinantes sociais e/ou psicológicos.
De acordo com a CID – 10: organizado pela Organização Mundial de Saúde - OMS/1992, transtornos de aprendizagem podem ser definidos como...
..."grupos de transtornos manifestados por comprometimentos específicos e significativos no aprendizado de habilidades escolares. Estes comprometimentos no aprendizado não são resultados diretos de outros transtornos (tais como retardo mental, déficits neurológicos grosseiros, problemas visuais ou auditivos não corrigidos ou perturbações emocionais) embora eles possam ocorrer simultaneamente em tais condições"... (1993, p. 237)
O aluno com dificuldades de aprendizagem pode encontrar-se com vários anos de atraso em seu aprendizado relação a outra criança de mesma idade e série. Quem apresenta este tipo de limitação não consegue sucesso em seu processo educacional, à medida que não dispõem das condições essenciais à apropriação dos conhecimentos propostos pela proposta pedagógica escolar. Desse modo acarreta comprometimento em termos de aproveitamento e/ou aprendizagem.Assim, são considerados limitados ou incapazes.Sob este aspecto, Edler(2008,p. 95) sumaria:


Aqueles que apresentam dificuldades na aprendizagem com ou sem deficiência ,acabam ficando a margem do processo , pois seus resultados diferem[...] por não apresentarem os resultados considerados desejáveis , são relegados a espaços segregados e segregadores, não só em classes especiais , como no interior das próprias salas de ensino comum.

A escola sempre privelegiou o rendimento escolar e atividades de aprendizagem baseadas na homogeneidade das turmas. Desse modo, desconsidera a diversidade existente no interior da escola, enquanto (re) produz a exclusão no interior da escola.
FATORES QUE INTERFEREM NA APRENDIZAGEM

  • trantornos emocionais;
  • fator psicomotor e social;
  • fator sócio- afetivo;
  • desnutrição grave;
  • hiperatividade;
  • baixa auto-estima;
  • ausencia de interação professor/ aluno.
ALGUNS SINTOMAS DA DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM


  • dificuldade a leitura;
  • lentidão nas atividades;
  • dificuldade em assimilar conteúdos;
  • desprazer pelas dificuldades escolares;
  • dificuldade de atenção, concentração, e memorização;
  • dificuldade no desenvolvimento do raciocínio lógico- matemático;
  • dificuldade na ordenação e estruturação do pensamento;
  • dificuldade em expor suas idéias com clareza e ordenação do pensamento(oralidade)

COMO TRABALHAR AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM?

  • trabalhar o desenvolvimento emocional da criança;
  • estimular a auto-estima de criança;
  • trabalhar em parceria com a família;
  • promover a exploração da área sensorial da criança;
  • associa o trabalho pedagógico a uma idade anterior, adequado à idade cronológica da criança;
  • atividades de leitura modulado de acordo com um nível etário anterior, suscitando o interesse da criança.

CLASSIFICAÇÃO DOS TRANSTORNOS( DIFICULDADES) DE APRENDIZAGEM:

  • Dislexia
  • Disgrafia
  • Discalculia
  • Disortografia
  • Disartria
  • TDAH

DISLEXIA (distúrbio de leitura) A dislexia é uma perturbação manifestada pela dificuldade de aprender a ler, a despeito do ensino convencional, da inteligência adequada e da oportunidade sócio-cultural.Normalmente detectado na alfabetização,período no qual a criança inicia o processo de leitura e escrita de textos.Este distúrbio, pode ser precocemente pois a criança manifesta desde pequena sintomas como:

  • demora em aprender a segurar a colher para comer sozinho, a fazer laço no cadarço do sapato,pegar e chutar bola;
  • Atraso na locomoção;
  • Atraso na aquisição da linguagem;
  • Dificuldade na aprendizagem das letras,etc.


Cerca de 10% da população infantil apresenta este distúrbio.
Estudos sugerem que cerca de 25% a 40% das crianças com distúrbios de aprendizagem aparentemente herdaram um tipo de sistema nervoso vulnerável a esse problema.
Ocorre mais em meninos do que em meninas.
Outras pesquisas sugerem que a dislexia é provocada por problemas cerebrais ligados à visão e, provavelmente à audição e ao tato.
•A criança disléxica pode ter dificuldade de definir a posição e a forma do que vê (ela percebe as letras ao contrário ou giradas).
•Além dos distúrbios próprios da dislexia, as crianças podem apresentar problemas na linguagem, como o retardo no seu desenvolvimento e a dificuldade na articulação das palavras.
•Um problema freqüente é o ligado à “figura-fundo”, a dificuldade de focalizar a figura importante entre todas as outras entradas visuais no ambiente.
•A criança disléxica pula palavras e até linhas.

  • "Assim como João, inúmeras outras crianças, como bom nível intelectual, são incapazes de utilizar adequadamente alguns instrumentos básicos de comunicação, como a leitura, a escrita, a interpretação de textos ou o aprendizado de uma 2ª língua, sendo muitas vezes totalmente desmotivadas pelo baixo desempenho na vida escolar."- trecho do livro João, preste atenção!

faça o download grátis do livro no endereço http://www.dislexia.org.br/material/materiais/materiais_livros.html


27 de mai. de 2009

Inclusão: Aspectos legais e Orientações Pedagógicas

A inclusão foi, sem dúvida alguma uma das maiores conquistas da educação mundial. No entanto,para que a educação realmente aconteça, é necessário uma mudança radical em termos de consciência e de estrutura e práticas pedagógicas com o intuito de almejar um ambiente de convivência respeitosa, enriquecedora, acolhedora e livre de qualquer discriminação. Em se tratando de inclusão de deficientes físicos na sala de aula do ensino regular, faz- se necessário à princípio, a remoção de barreiras arquitetônicas, de comunicação e de locomoção que impedem o acesso desse aluno ao ambiente externo e também ao currículo escolar e à produção do conhecimento. Diante dessa realidade, torna-se mister que as instituições escolares promovam reformas na estrutura física,construam rampas, banheiros adaptados para locomoção de cadeiras de rodas, corrimãos etc. Desse modo, o aluno deficiente físico terá condições para o acesso e locomoção no interior da escola.
Para que esses direitos sejam assegurados aos deficientes precisamos estarmos atentos às leis que fundamentam esses direitos como: a constituição federal de 1988, art. 206, Inc.I e 208, Inc. III que ressaltam que o atendimento educacional será realizado preferencialmente na rede regular de ensino, na Convenção de Guatemala,UNESCO- 2004( art. 1º , nº 2,”a”),que defende a impossibilidade de tratamento desigual com base na deficiência,punindo qualquer forma de discriminação,diferenciação ou exclusão. Além dessas leis, podemos nos pautar na Declaração Mundial de Educação para Todos ( 1990);Declaração de Salamanca ( UNESCO 1994), NA Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência ( ONU 2006); que defendem os direitos e a inclusão de pessoas com deficiências em bases iguais com as demais pessoas, dando acesso e oportunidades a todos igualmente. Com base nesses pressupostos, a resolução CNE/CEB nº. 02/2001 ( MEC/SEESP, 2004), declara:

Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos cabendo as escolas se organizarem para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando às condições necessárias para uma educação de qualidade para todos ( MEC/SEESP, 2008,pg. 17).

Nesses propósitos, cabe às escolas abraçarem a inclusão, abrindo as portas para todos e adequando-se e flexibilizando o seu currículo, com o intuito de oferecer uma educação de qualidade a todos, considerando as especificidades de cada um. Qualquer infração a esses direitos configuram-se em crimes previstos nas leis nº 7. 853/98, 10.048 e 10. 098/00. Caso isso aconteça, os interessados deverão encaminhar o caso ao Ministério Público Local, que tomará as providências cabíveis.
BRASIL,Ministério da Educação.Secretaria de Educação Especial.Atendimento Educacional Especializado.Aspectos Legais e Orientações Pedagógicas.São Paulo:MEC/SEESP,2008.

21 de mai. de 2009

Eu decidi...

vídeo retirado do site http://www.vezdavoz.com.br/

Não deixe que as diferenças transformem-se em barreiras para conquistas e vitórias em sua vida.

Interagindo com pessoas especiais









VOZ DO CORAÇÃO
Letra e música: Gabriella Franzolin Araújo Parra

(introdução)

Eu posso ver além do que meus olhos podem enxergar
Além do que imagens me mostrar

Eu posso ouvir o que diz seu coração
Posso escutar através de suas mãos
Bem mais que palavras poderiam me dizer
Eu vejo a verdade através de você

REFRÃO: Somos todos diferentes e ao mesmo tempo tão iguais
E por nossas diferenças somos tão especiais
Vamos juntos como irmãos erguer a nossa canção
É a vez da voz do coração ecoar por toda terra

(introdução)

Eu posso ver além do que meus olhos podem enxergar
Além do que imagens me mostrar

Eu posso ouvir o que diz seu coração
Posso escutar através de suas mãos
Bem mais que palavras poderiam me dizer
Eu vejo a verdade através de você

REFRÃO: Somos todos diferentes e ao mesmo tempo tão iguais
E por nossas diferenças somos tão especiais
Vamos juntos como irmãos erguer a nossa canção
É a vez da voz do coração ecoar por toda terra

PONTE: Mesmo sem te ouvir, mesmo sem te ver
E sem eu pisar no mesmo chão que você
Se eu não entender o seu modo de pensar
Ainda assim posso te amar

REFRÃO: Somos todos diferentes e ao mesmo tempo tão iguais
E por nossas diferenças somos tão especiais
Vamos juntos como irmãos erguer a nossa canção
É a vez da voz do coração ecoar por toda terra

Atividades retiradas do sitehttp://www.vezdavoz.com.br

10 de mai. de 2009

Glitter Symbols - ImageChef.com
Dedico este selinho a todos os blogs que defendem a educação inclusiva
http://www.trabalhandocomsurdos.blogspot.com/
http://www.educacaoparatodos.blogspot.com/
http;//www.s.o.sestimulacaoereabilitacaovisual.blogspot.com/
Por favor!repassem este selo a todos aqueles que lutam por uma educação inclusiva equitativa e qualitativa.
bjos
Genilda.

26 de abr. de 2009


Jacki, fiquei muito honrada por você ter repassado este selinho para mim. É salutar o nosso enganjamento nessa luta em prol da educação inclusiva, cordialmente, genilda.Bjs

24 de abr. de 2009

Alfabetização de crianças deficientes visuais

O processo de alfabetização de uma criança cega apresenta grandes desvantagens em relação à alfabetização de crianças videntes, que estão cotidianamente em contato com um ambiente alfabetizador: repleto de imagens, letras, símbolos, números, etc., enquanto que a criança cega entra em contato com este ambiente apenas quando entra na escola e como é desprovida da visão, precisa que esses elementos estejam em relevo para despertar sua curiosidade tátil, decodificando o mundo pelo tato.
Ao contrário do processo de alfabetização em língua portuguesa, a escrita em braile é realizada num processo inverso, da direita para a esquerda, evitando o que o autor chama de espelhamento no papel. Já o processo de leitura, acontece da mesma forma que no português.
A leitura em Braille é realizada a partir da decodificação da combinação de pontos que resulta na configuração de letras de maneira fragmentada e seqüencial, necessitando de reconhecer as características do código. Desse modo, o estágio inicial do desenvolvimento envolve especificamente a percepção tátil
Além disso, o processo de alfabetização em Braille envolve situações básicas como identificar a posição dos pontos, identificar a posição do sinal gerador de acordo com conceitos espaciais (em cima, embaixo, direita, meio, etc.) e a criança também precisa ter desenvolvido essas noções e outras noções como coordenação motora, sensibilidade e discriminação tátil, etc. Assim, com o auxílio da professora e em conjunto com os colegas e muito treino explorando o tato e a sensibilidade do deficiente visual, o processo de alfabetização em Braille na sala de aula regular se efetivará.

BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial. Atendimento Educacional Especializado. Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1999.

texto reflexivo

Esta é uma história de um soldado que estava voltando para casa após a terrível Guerra do Vietnã e antes de sair da Base Militar ele ligou para os pais e disse:Filho: Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas quero pedir-lhes um favor.Pais emocionados: Claro meu filho, peça o que quiser!Filho: Eu tenho um amigo e gostaria de levá-lo comigo.Pais: Claro meu filho, nós adoraríamos conhecê-lo!Filho: Entretanto, há algo que vocês precisam saber. Ele fora terrivelmente ferido na última batalha. Ele pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. O pior que ele não tem nenhum lugar para ir, e por isso eu gostaria que ele fosse morar aí com a gente.Pais assustados: Nós sentimos muito em ouvir isso meu filho. Talvez nós possamos ajudá-lo a encontrar algum lugar onde ele possa morar e viver tranqüilamente.Filho emocionado e nervoso: Não Mamãe e Papai, eu gostaria que ele fosse morar aí conosco!Pais constrangidos: Filho, disse o Pai. Você não sabe o que está nos pedindo. Nós já passamos tanta dificuldade e além disso, temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira no nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz! Ele encontrará uma forma de viver e alguém que o ajude.....Na mesma hora o filho bate o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois os pais receberam um telefonema do Exército Americano.Exército: (atende o pai) Por acaso conhece ou é parente de alguém chamado Henry Thrumam?Pai. Sim, conheço. Ele é o meu filho.Exército: Pois é. Hoje a tarde nos o encontramos morto na Base Militar.Pai assustado: Como assim morto? Assassinado? Onde está o amigo dele deficiente? Ele não estava voltando para a América?Exército: Seu filho suicidou-se e deixou um bilhete. Quer que eu leia para o Sr.?Pai chorando: Sim, quero. Por favor!!Exército lendo o bilhete: “ Pai! Mãe! Vocês se lembram de quando liguei pra vocês e disse que levaria o meu amigo pra morar com a gente e que havia ficado deficiente porque pisou em uma mina e tinha apenas um braço e uma perna!!? Pois é. Aquele amigo deficiente era eu!!! Ao invés de voltar pra casa eu resolvi me matar, porque não sei qual seria a reação de vocês sabendo que o seu filho era deficiente!! Não sei se Deus irá me perdoar por esse ato de suicídio, mas estou aqui de cima rezando e peco para que vocês ajudem a sociedade a acabar com o preconceito que existe contra o deficiente de um modo geral. Sempre amei vocês!! ”
Autor desconhecido

texto retirado do blog educacaoparatodosrj.blogspot.com

20 de abr. de 2009

Lenda




Leito de Procusto

Uma antiga lenda grega nos conta sobre um homem rico, poderoso, obsequioso e cortês, de nome Procusto, que tinha por hábito convidar estranhos para seu palácio. O hóspede era recebido com requinte: túnicas primorosamente talhadas, vinhos muito especiais, iguarias inesquecíveis e... um leito suntuoso. Ao visitante, porém um único problema se apresentava: encaixar-se perfeitamente no leito. Se houvesse qualquer discrepância, entre os tamanhos da cama e do convidado, este era cortado ou esticado para que se adequasse às proporções devidas. A morte era quase certa! Só poucos e raros convidados a absolutamente adequados à dimensão preestabelecida, alcançavam a velhice.





(metáfora reproduzida em BOATO, Elvio Marcos. A caminho de um ensino mais que especial. Brasília: Hildebrando e Autores Associados, 2002, p. 38, citando, AMARAL , Lígia a Pensar a Diferença/Deficiência. Brasília: CORDE, 1994)

13 de abr. de 2009

Aspectos jurídicos- direito à educação das pessoas com deficiencia

''Tratar igualmente o igual e desigualmente o desigual'' Aristóteles
Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948)‏
“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos...(Art. 1º)”
Declaração de Jomtien (1990)‏
“a educação é um direito fundamental de todos...”
Declaração de salamanca (1994)
Necessidades Educativas Especiais.
Convenção da Guatemala (1999)‏
“as pessoas portadoras de deficiências têm os mesmos direitos”
Constituição Federal (1988)‏
Fundamentos da repúlblica: a cidadania e a dignidade da pessoa humana(art.1º ,inc.II e III)
Objetivos fundamentais: a promoção do bem de todos, sem preconceito de origem, sexo, raça, cor, etc e quaisquer outras formas de discriminação(art.3º, inc.IV)
Direito à igualdade(art. 5º)
Direito de TODOS à educação- igualdade de condições de acesso e permanencia na escola, inclusive aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segunda a capacidade de cada um (art. 205;206,inc.I; 208), sendo considerado dever do estado a sua oferta
Estatuto da Criança e do Adolescente (1990)‏
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n º 9394/96
Capítulo V, há elementos fundamentais para a concretização da Educação Especial Inclusiva:
1 - Haverá, quando necessário, serviços de apoio Especializado, na escola regular, para atender às Peculiaridades da clientela de Educação Especial Inclusiva;
2. O atendimento educacional será feito nas classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das
condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
Tem início na faixa etária de zero a seis anos, durantea Educação Infantil.
No artigo 3, inciso I da LDB em igualdade de condições para acesso e permanência na escola.
Plano Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (1999)‏
Plano Nacional de Educação (2001)

Convenção Interamericana para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as Pessoas com Deficiência (2001)‏
Diretrizes Nacionais para a Educação Básica (2001)‏

Os PCNs – Parâmetros Curriculares Nacionais 1997
Declaração de Inclusão / Salamanca (1996),
referendada pela Declaração da Guatemala em (1999).
Política Nacional de Educação Inclusiva(2008)
São as referências documentais para entender a nova idéia deste tipo de educação escolar no sistema educativo nacional.

Alunos com Necessidades Educacionais Especiais

São aqueles que apresentam, durante o percurso do processo educacional, dificuldades acentuadas de aprendizagem, que podem ser permanentes ou transitórias; não vinculadas a uma causa orgânica específica ou relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências, englobando dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, bem como altas habilidades/superdotação.
Tipos de necessidades educacionais especiais:
Altas habilidades/superdotação:

Notável desempenho e elevada potencialidade em qualquer dos seguintes aspectos, isolados ou combinados:
Capacidade intelectual geral
Aptidão acadêmica específica
Pensamento criativo ou produtivo
Capacidade de liderança
Talento especial para artes
Capacidade psicomotora
Autismo:
Transtorno do desenvolvimento caracterizado, de maneira geral, por problemas nas áreas de comunicação e interação, bem como por padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, interesses e atividades.
Condutas típicas:
Manifestações de comportamento típicas de portadores de síndromes (exceto Síndrome de Down) e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos que ocasionam atrasos no desenvolvimento e prejuízos no relacionamento social, em grau que requeira atendimento educacional especializado.
Deficiência auditiva:
Perda parcial ou total bilateral de 25 decibéis (dB) ou mais, resultante da média aritmética do audiograma, aferidas nas freqüências de 500 Hertz (Hz), 1.000 Hz, 2.000 Hz, 3.000 Hz, 4.000Hz; variando de acordo com o nível ou acuidade auditiva daseguinte forma:
- Surdez leve/moderada:

Perda auditiva de 25 a 70 dB. A pessoa, por meio de uso de Aparelho de Amplificação Sonora Individual – AASI, torna-se capaz de processar informações lingüísticas pela audição; conseqüentemente, é capaz de desenvolver a linguagem oral.
- Surdez severa/profunda:

Perda auditiva acima de 71 dB. A pessoa terá dificuldades para desenvolver a linguagem oral espontaneamente. Há necessidade do uso de AASI e ou implante coclear, bem como de acompanhamento especializado. A pessoa com essa surdez, em geral, utiliza naturalmente a Língua de Sinais.
Deficiência física:
Alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, abrangendo, dentre outras condições, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquiridas, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho das funções.
Deficiência mental:
Limitações significativas tanto no funcionamento intelectual como na conduta adaptativa, na forma expressa em habilidades práticas, sociais e conceituais.
Deficiência Múltipla:
Associação de duas ou mais deficiências primárias (mental/visual/auditiva/física), com comprometimentos que acarretam atrasos no desenvolvimento global e na capacidade adaptativa.
Deficiência Visual:
Perda total ou parcial, congênita ou adquirida, variando de acordo com o nível ou acuidade visual da seguinte forma:
- Cegueira:
Perda total ou o resíduo mínimo de visão que leva a pessoa a necessitar do Sistema Braille como meio de leitura e escrita.
- Baixa Visão ou Visão Subnormal:
Comprometimento do funcionamento visual de ambos os olhos, mesmo após tratamento ou correção। A pessoa com baixa visão possui resíduos visuais em grau que lhe permite ler textos impressos ampliados ou com uso de recursos ópticos especiais
Surdocegueira:
Defiicência singular que apresenta perdas auditivas e visuais concomitantemente em diferentes graus, necessitando desenvolver diferentes formas de comunicação para que a pessoa surdacega possa interagir com a sociedade.
Síndrome de Down:
Alteração genética cromossômica do par 21, que traz como conseqüência características físicas marcantes e implicações tanto para o desenvolvimento fisiológico quanto para a aprendizagem.
AEE-(Atendimento Educacional Especializado),MEC/SEESP,2007