15 de jan de 2009

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva-MEC/SEESP-2008

A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela portaria Ministerial nº555, de 5 de junho de 2007, prorrogada pela portaria nº 948, de 09 de outubro de 2007, entregue ao ministro da Educação em 07 de janeiro de 2008,confirura a educação inclusiva como um movimento político, cultural, social e pedagógico em prol dos direitos de todos a uma educação de qualidade, assim como também defende a estruturação de sistemas educacionais inclusivos, que contemple as especificidades de todos os educandos.

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Política Nacional de Educação Especial 2008

13 de jan de 2009

música de um diferente


Eu não sei pra onde vou
Muitas salas diferentes
Aqui na escola estou
Vou plantar uma semente
Eu agora sei quem sou
Aprendi uma lição
Grato à professora eu sou
Por ter tido compreensão
Onde o destino me levar
Vou abrir meu coração
Vou contar o meu progresso
Como é bom ter amigos
E também ter união
Eu vou achar
Um toque do destino
O brilho de um olhar
Sem medo de errar
Vou desfrutar
De tudo o que aprendi
Na escola que vivi
No fundo dos meus sonhos
Ser um vencedor
De “Um sonhador” (Leandro e Leonardo), apresentada no seminário por crianças portadoras de capacidades especiais. A letra foi adaptada pela profa. Maria de Fátima Santos (Emef Saturnino Pereira), com a colaboração da profa. Maria Bárbara Gonçalves (Emef Wladimir Herzog) e profa. Maria do Carmo Nogueira (Emef Maurício Goulart).

12 de jan de 2009

diferença é riqueza

vaso chinês
Uma velha senhora chinesa possuía dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas. Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Este último estava sempre cheio de água ao fim da longa caminhada da torrente até a casa, enquanto aquele rachado chegava meio vazio. Por longo tempo a coisa foi em frente assim, com a senhora que chegava em casa com somente um vaso e meio de água. Naturalmente o vaso perfeito era muito orgulhoso do próprio resultado e o pobre vaso rachado tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só a metade daquilo que deveria fazer. Depois de dois anos, refletindo sobre a própria amarga derrota de ser 'rachado', o vaso falou com a senhora durante o caminho: 'Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que eu tenho me faz perder metade da água durante o caminho até a sua casa...' A velhinha sorriu: 'Você reparou que lindas flores tem somente do teu lado do caminho? Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado. E todo dia, enquanto a gente voltava, tu as regavas. Por dois anos pude recolher aquelas belíssimas flores para enfeitar a mesa. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa. Cada um, de nós, tem o próprio defeito. Mas o defeito que cada um, de nós, tem, é que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante. É preciso aceitar cada um pelo que é... E descobrir o que tem de bom nele.' Portanto, meu 'defeituoso' amigo, tenha um bom dia e lembre de regar as flores do seu lado do caminho... e envie este e-mail a algum ou a todos os seus 'defeituosos' amigos. Sem esquecer que é 'defeituoso' também quem a enviou a você!

8 de jan de 2009

inclusão excludente


“A INCLUSÃO QUE TEMOS HOJE EM MUITAS DE NOSSAS ESCOLAS É UMA INCLUSÃO EXCLUDENTE, QUE NADA MAIS SIGNIFICA DO QUE A INSERÇÃO FÍSICA DOS PORTADORES DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NAS SALAS DE AULA DO ENSINO REGULAR.”

Se você deixa de ver a pessoa, vendo apenas a deficiência quem é o cego?
Se você deixa de ouvir o grito do seu irmão para a justiça, quem é o surdo?
Se você não pode comunicar-se com sua irmã e a separa, quem é o mudo?
Se sua mente não permite que seu coração alcance seu vizinho, quem é o deficiente mental?
Se você não se levanta para defender os direitos de todos, quem é o aleijado?
A atitude para com as pessoas deficientes pode ser nossa maior deficiência... E a sua também.
(Autor desconhecido)

Inclusão: o que eu tenho a ver com isso?



A inclusão configura-se como paradigma de repercussão mundial que se intensificou a partir da Conferência Mundial de Educação para todos (1990) e vem se afirmando em documentos e legislações, nacionais e internacionais que defendem a implementação de políticas educacionais públicas que atendam aos princípios do direito à diversidade, à acessibilidade e a eliminação das barreiras que se interpõem no processo de ensino- aprendizagem e provoca a exclusão de milhares de alunos.
A Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (2007), desenvolvida pelo MEC/SEESP, ratifica essa luta pela inclusão e busca fortalecer a construção de políticas públicas e a construção de sistemas educacionais inclusivos promotores de uma educação de qualidade para TODOS, à medida que a inclusão não está direcionada, exclusivamente, para os sujeitos portadores de necessidades educacionais especiais. A inclusão se destina a promover uma educação de qualidade para todos os que, por algum distúrbio ou dificuldade, estão excluídos do processo de aprendizagem.
Diante desta realidade, para que esse movimento se concretize com sucesso, será necessário uma reestruturação dos sistemas de ensino, dos currículos escolares, das práticas educativas e das nossas posturas, enquanto educadores, para que se rompa com os antigos paradigmas que defendem a concepção de práticas homogeneizadoras e promova a equalização de oportunidades e possibilite o acesso e permanência aos sistemas de ensino regular de todos os educandos, independente de suas condições físicas, psíquicas,sociais, lingüísticas,etc.
É nesta perspectiva, que nós, educadores, temos tudo a ver com a inclusão, pois precisamos rever nossas práticas pedagógicas, com o intuito de proporcionarmos aos nossos alunos uma educação mais humana e mais significativa que favoreça a promoção da aprendizagem, do desenvolvimento e da valorização da diversidade enquanto condições salutares para atender as necessidades educacionais de TODOS os nossos educandos.
PINHEIRO, Genilda M. de O.